A tecnologia da informação pode revolucionar a sala de aula! Por isso desenvolvo minhas atividades pedagógicas tendo o computador como uma grande ferramenta. Com ele posso enriquecer as aulas, tornando-as mais dinâmicas e interativas. Visite nosso arquivo! É um grande sucesso! Seja você a diferença que quer ver no mundo! (Gandhi)
sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Dia do Professor
Quando eu era criança ficava pensando como ser professor era mágico...
Me encantava com aquele jaleco branco e a capacidade de falar e ser ouvido por várias crianças.
Decidi na oitava série, aos 14 anos, que seria professora. E assim fiz o magistério, a pedagogia, a psicopedagogia e uma infinidade de cursos de formação e aperfeiçoamento.
Já são dezesseis anos de profissão, e ainda me encanto com o mundo da escola.
Mas percebi muito cedo que os profissionais da educação são subestimados em sua importância social e que, muitas vezes, só recebem algum destaque quando fazem algum milagre da ciência acontecer ou quando o stress da profissão lhes roubam a sanidade temporária e algo ruim acontece...
As pequenas conquistas diárias, o enfrentamento das péssimas condições de trabalho, a constatação da falta de interesse das famílias e do Estado na educação, as necessidades profissionais e méritos pessoais, ficam em último plano.
Prestígio social, só se ganharmos algum prêmio Nobel por sobrevivência...
Mas a quem interessa a educação?
Um povo pouco politizado é mais fácil de ser conduzido.
Um povo com memória curta é mais fácil de ser ludibriado por falsas promessas.
Um povo destituído de cultura é mais fácil de ser conquistado por qualquer vertente inovadora do estrangeiro...
Mas, o mundo ainda precisa de nós.
O problema é que a profissão está cada vez menos interessante para os mais jovens, e a renovação da rede de professores está sob constante ameaça de concurseiros...
Não tenho uma visão romântica da profissão e nem acredito em vocação.
Acredito em identificação com um ideal comum. Em muito estudo, dedicação e disciplina. Em fé no futuro.
Aos professores que fizeram parte da minha caminhada, meu muito obrigada!
Aprendi a ser quem sou com os maravilhosos exemplos que tive.
Tanto os que segui, quanto os que me atentei para não seguir.
Aos meus colegas de profissão, meus parabéns pela determinação em continuar enxergando oportunidade onde nem os pais das crianças percebem qualquer possibilidade de sucesso.
Aos futuros professores, meus votos de boa sorte e sucesso, pois precisamos estar muito lúcidos e conscientes do nosso valor profissional, pessoal e social para tocarmos o Brasil para frente.
Andréia Dias
Me encantava com aquele jaleco branco e a capacidade de falar e ser ouvido por várias crianças.
Decidi na oitava série, aos 14 anos, que seria professora. E assim fiz o magistério, a pedagogia, a psicopedagogia e uma infinidade de cursos de formação e aperfeiçoamento.
Já são dezesseis anos de profissão, e ainda me encanto com o mundo da escola.
Mas percebi muito cedo que os profissionais da educação são subestimados em sua importância social e que, muitas vezes, só recebem algum destaque quando fazem algum milagre da ciência acontecer ou quando o stress da profissão lhes roubam a sanidade temporária e algo ruim acontece...
As pequenas conquistas diárias, o enfrentamento das péssimas condições de trabalho, a constatação da falta de interesse das famílias e do Estado na educação, as necessidades profissionais e méritos pessoais, ficam em último plano.
Prestígio social, só se ganharmos algum prêmio Nobel por sobrevivência...
Mas a quem interessa a educação?
Um povo pouco politizado é mais fácil de ser conduzido.
Um povo com memória curta é mais fácil de ser ludibriado por falsas promessas.
Um povo destituído de cultura é mais fácil de ser conquistado por qualquer vertente inovadora do estrangeiro...
Mas, o mundo ainda precisa de nós.
O problema é que a profissão está cada vez menos interessante para os mais jovens, e a renovação da rede de professores está sob constante ameaça de concurseiros...
Não tenho uma visão romântica da profissão e nem acredito em vocação.
Acredito em identificação com um ideal comum. Em muito estudo, dedicação e disciplina. Em fé no futuro.
Aos professores que fizeram parte da minha caminhada, meu muito obrigada!
Aprendi a ser quem sou com os maravilhosos exemplos que tive.
Tanto os que segui, quanto os que me atentei para não seguir.
Aos meus colegas de profissão, meus parabéns pela determinação em continuar enxergando oportunidade onde nem os pais das crianças percebem qualquer possibilidade de sucesso.
Aos futuros professores, meus votos de boa sorte e sucesso, pois precisamos estar muito lúcidos e conscientes do nosso valor profissional, pessoal e social para tocarmos o Brasil para frente.
Andréia Dias
terça-feira, 10 de setembro de 2013
10-09-13- Revisão de história - Imigrantes
Revisão de história: Os imigrantes.
Questões importantes:
1. No
início do século XIX, pessoas vindas de várias partes do mundo vieram morar no
Brasil para trabalhar.
2. O
motivo da saída dos imigrantes de seus países envolve: guerras, fome, falta de
melhores condições de vida.
3. Os
primeiros imigrantes se instalaram na região sul do país.
4. O
programa de imigração tinha como objetivo povoar as regiões e “branquear” a
população brasileira.
5. Os
imigrantes chegaram para trabalhar nas fazendas de café, mas também encontraram
trabalho na indústria, comércio e pecuária.
6. A
viagem para o Brasil era cansativa, longa e com pouco conforto.
7. Ao
chegarem, os imigrantes ficavam em hospedarias até conseguirem emprego.
8. Os
salários eram baixos e não permitiam que os imigrantes tivessem boas condições
de vida. Muitos moravam em favelas e cortiços.
9. Os
imigrantes eram: portugueses, espanhóis, alemães, italianos, sírios, libaneses,
poloneses, japoneses, etc.
10. A
construção de ferrovias e rodovias para
a escoação da produção agrícola e pecuária possibilitou o desenvolvimento de
várias cidades.
11. Os
imigrantes contribuíram muito para o desenvolvimento da cultura, economia,
tecnologia, educação e outras áreas da sociedade.
12
O trabalho nas fábricas era muito
intenso e os funcionários não tinham direitos. Depois de muitas lutas, vários
direitos foram garantidos à todos os trabalhadores.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Imigrantes Japoneses: Alimentos trazidos ao Brasil
Alimentos trazidos ao Brasil pelos
japoneses
Desde que chegaram por aqui,
em 1908, os japoneses se espalharam pelo país. Apesar de muitas famílias se
aglomerarem em colônias (como em São Paulo e no Paraná), depois de 100 anos de
imigração, há famílias japonesas vivendo do norte ao sul do país. Aos poucos
eles foram se misturando aos brasileiros e, assim, formaram famílias
nipo-brasileiras, que nos presentearam com milhares de nikkeis (cidadãos
brasileiros com descendência japonesa).
No total,
os japoneses trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Pensou em um
festival de sushis e sashimis? Pense maior. Os primeiros provavelmente foram as
variedades de caqui doce (por aqui só existia
uma versão adstringente da fruta, do tipo que “amarra a boca”), a abóbora do
tipo cabochá (aquela que usamos para fazer doces) e a maçã Fuji (o nome entrega
né? Chegou aqui em 1971). A mexerica poncã é quase uma fruta “nikkei”: é o
resultado do enxerto de um tipo de tangerina japonesa em um limoeiro do Brasil
e chegaram aqui nos anos 20.
Mas foi a
partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O
cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes
de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os
pequenos proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram
populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens
nos navios. Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a
uva-itália, que apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil
por mãos japonesas, na década de 1940.
A coisa era
mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de cooperação entre os
dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava sementes para cultivo
no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas
"inéditas", os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de
produção de gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao
esquema de fundo de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o
emblemático exemplo da produção de frangos e ovos. A avicultura brasileira
apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930. A atividade só decolou
de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência dos
imigrantes japoneses nas granjas.
Você gosta de amendoim
japonês? E de Miojo? Adora uma salada
temperada com Shoyu ou um pastel quentinho da feira? Mais do que simplesmente
adicionar novas palavras, os japoneses acrescentaram novos sabores na culinária
brasileira, o que fez com que palavras como caqui, cabochá
entrassem definitivamente nos dicionários, cardápios e cadernos de receita por
aqui.
Maçã
Fuji: Fruta comum no Brasil que traz o Japão no nome
Além destas, o tofu, o pepino do tipo Aodai e o rabanete
foram outros alimentos que aprendemos a comer com o pessoal do Japão. Eles
começaram a vender os legumes, como rabanetes e pepinos, que plantavam em seus
quintais para consumo próprio. O broto de feijão, muito utilizado no Brasil em
saladas, também é de origem nipônica, conhecido como “moyashi”.
Uma curiosidade que muitos nem imaginam é que a plantação
da soja no Brasil foi disseminada pelos imigrantes japoneses. Antes da chegada
deles, ela era plantada em pequena escala na Bahia. Hoje é um dos grandes
trunfos do agronegócio brasileiro, graças aos japoneses.
Na praia dos temperos e iguarias, os japoneses nos
ensinaram a gostar de pimenta-do-reino (trazida por um chefe de embarcação que
aportou aqui em 1933), a raiz forte (a pasta verde utilizada para degustar com
peixe cru) e o Aji-no-moto (o tempero que realça o sabor dos
alimentos é tipicamente japonês). Sem esquecer, é claro, do shoyu, o molho de
soja japonês indispensável nas mesas brasileiras.
O
molho Shoyu é feito à base de soja
Mas não foram só frutas e saladas que aprendemos a comer
com os japoneses. Com eles aprendemos a gostar de alimentos desidratados que
com água fervente e três minutos estão prontos e saborosos (nada mais prático),
aprendemos também a comer com dois pauzinhos (os “hashis”, que acabam muitas
vezes nos cabelos das brasileiras) e a tomar chá verde (para emagrecer,
principalmente). Outra bebida japonesa que tem lugar cativo na adega dos
brasileiros é o saquê, resultado incrível de um processo de fermentação do
arroz.
Sem contar os próprios pratos tipicamente japoneses que
experimentamos e adotamos como sushi, sashimi, yakisoba, temakisushi e
sukiyaki.
27 de agosto de 2013 - História ( imigrantes) - Geografia - região Centro-Oeste
Geografia – centro-oeste e correção de atividade do nordeste.
História – 88-97 – Questionário da página 96 e 97
Geografia
1)
Preencha a tabela com as informações
da Região Centro-Oeste.
|
Área total
|
População
|
Estados, siglas e
capitais
|
|
|
|
|
|
|
||
|
|
||
|
Vegetação
|
Clima
|
Relevo
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Quatro atividades econômicas
|
Produtos agrícolas
|
Belezas naturais da região
|
|
1
|
|
|
|
2
|
|
|
|
3
|
|
|
|
4
|
|
|
|
Minérios produzidos
|
Comidas típicas
|
Cultura
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
História –
TRABALHO DOS IMIGRANTES
Os imigrantes tinham muito trabalho durante todo o ano
nas fazendas de café. Além de plantar e colher o café, eles limpavam e adubavam
o solo; semeavam milho e feijão.
O cultivo mais demorado era do café, que levava 10 meses,
o cultivo do milho e do feijão levava 8 meses. O cultivo é o processo que vai
da semeadura até a colheita.
QUEM ERAM OS
IMIGRANTES?
O Brasil recebeu mais de cinco milhões de imigrantes
entre o século XIX e XX.
|
Imigrantes
|
Chegada
|
Instalação
|
Trabalho
|
|
Portugueses e espanhóis
|
1890
|
Vários estados do Brasil.
|
Agricultura, fábricas e estabelecimentos comerciais
próprios.
|
|
Alemães
|
|
Região Sul
|
Fábricas, frigoríficos, lavouras
|
|
Italianos
|
1870
|
Região Sul
|
Fazendas de café, fábricas, plantação de uva e produção
de vinho.
|
|
Sírios e libaneses
|
Início do século XX
|
Amazonas, Sergipe, Bahia, São Paulo, Santa Catarina.
|
Mascates, estabelecimentos comerciais.
|
|
Japoneses
|
1908
|
São Paulo, Paraná.
|
Fazendas de café, comércio.
|
FERROVIAS E
MODERNIZAÇÃO
A expansão da produção de café criou a necessidade de se
ter outros meios de transportes mais eficientes para o escoamento dos produtos,
além do aumento da atividade das fábricas.
As primeiras ferrovias possuíam várias linhas de trens
que levavam os produtos do interior do país até o porto de Santos, para serem
levados de navio para outras partes do mundo.
As ferrovias transformaram a paisagem, abriram caminho
entre as matas e promoveram o crescimento das cidades em torno delas.
AS SOCIEDADES NO INÍCIO DA REPÚBLICA
Com o fim da escravidão e a chegada de grande número de
imigrantes, a sociedade brasileira passava por grandes transformações. O regime
de governo era a monarquia, e ele já encontrava muita resistência entre as
pessoas que queriam que o Brasil fosse um país livre e com um governo próprio.
Havia muito dinheiro em jogo e os diversos profissionais
liberais, as várias camadas populares, os militares e os barões do café
apoiaram a mudança do sistema de governo. Em 15 de novembro de 1889, um grupo
de revoltosos, liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe militar
e o regime de governo passou as ser a república.
Assinar:
Postagens (Atom)
