sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Dia do Professor

Quando eu era criança ficava pensando como ser professor era mágico...
Me encantava com aquele jaleco branco e a capacidade de falar e ser ouvido por várias crianças.
Decidi na oitava série, aos 14 anos, que seria professora. E assim fiz o magistério, a pedagogia, a psicopedagogia e uma infinidade de cursos de formação e aperfeiçoamento.
Já são dezesseis anos de profissão, e ainda me encanto com o mundo da escola.
Mas percebi muito cedo que os profissionais da educação são subestimados em sua importância social e que, muitas vezes, só recebem algum destaque quando fazem algum milagre da ciência acontecer ou quando o stress da profissão lhes roubam a sanidade temporária e algo ruim acontece...
As pequenas conquistas diárias, o enfrentamento das péssimas condições de trabalho, a constatação da falta de interesse das famílias e do Estado na educação, as necessidades profissionais e méritos pessoais, ficam em último plano.
Prestígio social, só se ganharmos algum prêmio Nobel por sobrevivência...
Mas a quem interessa a educação?
Um povo pouco politizado é mais fácil de ser conduzido.
Um povo com memória curta é mais fácil de ser ludibriado por falsas promessas.
Um povo destituído de cultura é mais fácil de ser conquistado por qualquer vertente inovadora do estrangeiro...
Mas, o mundo ainda precisa de nós.
O problema é que a profissão está cada vez menos interessante para os mais jovens, e a renovação da rede de professores está sob constante ameaça de concurseiros...
Não tenho uma visão romântica da profissão e nem acredito em vocação.
Acredito em identificação com um ideal comum. Em muito estudo, dedicação e disciplina. Em fé no futuro.
Aos professores que fizeram parte da minha caminhada, meu muito obrigada!
Aprendi a ser quem sou com os maravilhosos exemplos que tive.
Tanto os que segui, quanto os que me atentei para não seguir.
Aos meus colegas de profissão, meus parabéns pela determinação em continuar enxergando oportunidade onde nem os pais das crianças percebem qualquer possibilidade de sucesso.
Aos futuros professores, meus votos de boa sorte e sucesso, pois precisamos estar muito lúcidos e conscientes do nosso valor profissional, pessoal e social para tocarmos o Brasil para frente.
Andréia Dias



terça-feira, 10 de setembro de 2013

10-09-13- Revisão de história - Imigrantes

Revisão de história: Os imigrantes.

Questões importantes:
1.   No início do século XIX, pessoas vindas de várias partes do mundo vieram morar no Brasil para trabalhar.
2.   O motivo da saída dos imigrantes de seus países envolve: guerras, fome, falta de melhores condições de vida.
3.   Os primeiros imigrantes se instalaram na região sul do país.
4.   O programa de imigração tinha como objetivo povoar as regiões e “branquear” a população brasileira.
5.   Os imigrantes chegaram para trabalhar nas fazendas de café, mas também encontraram trabalho na indústria, comércio e pecuária.
6.   A viagem para o Brasil era cansativa, longa e com pouco conforto.
7.   Ao chegarem, os imigrantes ficavam em hospedarias até conseguirem emprego.
8.   Os salários eram baixos e não permitiam que os imigrantes tivessem boas condições de vida. Muitos moravam em favelas e cortiços.
9.   Os imigrantes eram: portugueses, espanhóis, alemães, italianos, sírios, libaneses, poloneses, japoneses, etc.
10.      A construção  de ferrovias e rodovias para a escoação da produção agrícola e pecuária possibilitou o desenvolvimento de várias cidades.
11.      Os imigrantes contribuíram muito para o desenvolvimento da cultura, economia, tecnologia, educação e outras áreas da sociedade.

12 O trabalho nas fábricas era muito intenso e os funcionários não tinham direitos. Depois de muitas lutas, vários direitos foram garantidos à todos os trabalhadores.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Imigrantes Japoneses: Alimentos trazidos ao Brasil

Alimentos trazidos ao Brasil pelos japoneses
Desde que chegaram por aqui, em 1908, os japoneses se espalharam pelo país. Apesar de muitas famílias se aglomerarem em colônias (como em São Paulo e no Paraná), depois de 100 anos de imigração, há famílias japonesas vivendo do norte ao sul do país. Aos poucos eles foram se misturando aos brasileiros e, assim, formaram famílias nipo-brasileiras, que nos presentearam com milhares de nikkeis (cidadãos brasileiros com descendência japonesa).
No total, os japoneses trouxeram mais de 50 tipos de alimentos ao Brasil. Pensou em um festival de sushis e sashimis? Pense maior. Os primeiros provavelmente foram as variedades de caqui doce (por aqui só existia uma versão adstringente da fruta, do tipo que “amarra a boca”), a abóbora do tipo cabochá (aquela que usamos para fazer doces) e a maçã Fuji (o nome entrega né? Chegou aqui em 1971). A mexerica poncã é quase uma fruta “nikkei”: é o resultado do enxerto de um tipo de tangerina japonesa em um limoeiro do Brasil e chegaram aqui nos anos 20.
Mas foi a partir da década de 1930 que a maioria dos novos gêneros aportou por aqui. O cenário era favorável aos agricultores japoneses: comprando ou arrendando lotes de terras das fazendas cafeeiras falidas após a crise da Bolsa de Nova York, os pequenos proprietários dedicaram-se a uma variedade de culturas que não eram populares no Brasil. Muitos imigrantes traziam mudas junto com suas bagagens nos navios. Foi o caso do morango e até mesmo de um tipo de fruta insuspeita: a uva-itália, que apesar de ser italiana, como o nome entrega, pintou no Brasil por mãos japonesas, na década de 1940.
A coisa era mais fácil quando vinha por meios oficiais, via acordos de cooperação entre os dois países. De tempos em tempos, o governo nipônico liberava sementes para cultivo no Brasil, como as da maçã Fuji, em 1971. Junto com as comidas "inéditas", os japoneses trouxeram técnicas para ampliar a escala de produção de gêneros alimentícios já presentes no país, mas ainda restritos ao esquema de fundo de quintal, como o alface, o tomate, o chá preto, a batata e o emblemático exemplo da produção de frangos e ovos. A avicultura brasileira apenas ensaiava um vôo de galinha até a década de 1930. A atividade só decolou de vez com a importação de aves-matrizes do Japão e com a experiência dos imigrantes japoneses nas granjas.
Você gosta de amendoim japonês? E de Miojo? Adora uma salada temperada com Shoyu ou um pastel quentinho da feira? Mais do que simplesmente adicionar novas palavras, os japoneses acrescentaram novos sabores na culinária brasileira, o que fez com que palavras como caqui, cabochá entrassem definitivamente nos dicionários, cardápios e cadernos de receita por aqui.
Maçã Fuji: Fruta comum no Brasil que traz o Japão no nome
Além destas, o tofu, o pepino do tipo Aodai e o rabanete foram outros alimentos que aprendemos a comer com o pessoal do Japão. Eles começaram a vender os legumes, como rabanetes e pepinos, que plantavam em seus quintais para consumo próprio. O broto de feijão, muito utilizado no Brasil em saladas, também é de origem nipônica, conhecido como “moyashi”.
Uma curiosidade que muitos nem imaginam é que a plantação da soja no Brasil foi disseminada pelos imigrantes japoneses. Antes da chegada deles, ela era plantada em pequena escala na Bahia. Hoje é um dos grandes trunfos do agronegócio brasileiro, graças aos japoneses.
Na praia dos temperos e iguarias, os japoneses nos ensinaram a gostar de pimenta-do-reino (trazida por um chefe de embarcação que aportou aqui em 1933), a raiz forte (a pasta verde utilizada para degustar com peixe cru) e o Aji-no-moto (o tempero que realça o sabor dos alimentos é tipicamente japonês). Sem esquecer, é claro, do shoyu, o molho de soja japonês indispensável nas mesas brasileiras.
O molho Shoyu é feito à base de soja
Mas não foram só frutas e saladas que aprendemos a comer com os japoneses. Com eles aprendemos a gostar de alimentos desidratados que com água fervente e três minutos estão prontos e saborosos (nada mais prático), aprendemos também a comer com dois pauzinhos (os “hashis”, que acabam muitas vezes nos cabelos das brasileiras) e a tomar chá verde (para emagrecer, principalmente). Outra bebida japonesa que tem lugar cativo na adega dos brasileiros é o saquê, resultado incrível de um processo de fermentação do arroz.

Sem contar os próprios pratos tipicamente japoneses que experimentamos e adotamos como sushi, sashimi, yakisoba, temakisushi e sukiyaki.

27 de agosto de 2013 - História ( imigrantes) - Geografia - região Centro-Oeste



Geografia – centro-oeste e correção de atividade do nordeste.
História – 88-97 – Questionário da página 96 e 97

Geografia
1)      Preencha a tabela com as informações da Região Centro-Oeste.
Área total
População
Estados, siglas e capitais





Vegetação
Clima
Relevo









Quatro atividades econômicas
Produtos agrícolas
Belezas naturais da região
1


2


3


4


Minérios produzidos
Comidas típicas
Cultura













História – 
TRABALHO DOS IMIGRANTES
Os imigrantes tinham muito trabalho durante todo o ano nas fazendas de café. Além de plantar e colher o café, eles limpavam e adubavam o solo; semeavam milho e feijão.
O cultivo mais demorado era do café, que levava 10 meses, o cultivo do milho e do feijão levava 8 meses. O cultivo é o processo que vai da semeadura até a colheita.
QUEM ERAM OS IMIGRANTES?
O Brasil recebeu mais de cinco milhões de imigrantes entre o século XIX e XX.
Imigrantes
Chegada
Instalação
Trabalho
Portugueses e espanhóis
1890
Vários estados do Brasil.
Agricultura, fábricas e estabelecimentos comerciais próprios.
Alemães

Região Sul
Fábricas, frigoríficos, lavouras
Italianos
1870
Região Sul
Fazendas de café, fábricas, plantação de uva e produção de vinho.
Sírios e libaneses
Início do século XX
Amazonas, Sergipe, Bahia, São Paulo, Santa Catarina.
Mascates, estabelecimentos comerciais.
Japoneses
1908
São Paulo, Paraná.
Fazendas de café, comércio.

FERROVIAS E MODERNIZAÇÃO
A expansão da produção de café criou a necessidade de se ter outros meios de transportes mais eficientes para o escoamento dos produtos, além do aumento da atividade das fábricas.
As primeiras ferrovias possuíam várias linhas de trens que levavam os produtos do interior do país até o porto de Santos, para serem levados de navio para outras partes do mundo.
As ferrovias transformaram a paisagem, abriram caminho entre as matas e promoveram o crescimento das cidades em torno delas.

AS SOCIEDADES NO INÍCIO DA REPÚBLICA
Com o fim da escravidão e a chegada de grande número de imigrantes, a sociedade brasileira passava por grandes transformações. O regime de governo era a monarquia, e ele já encontrava muita resistência entre as pessoas que queriam que o Brasil fosse um país livre e com um governo próprio.
Havia muito dinheiro em jogo e os diversos profissionais liberais, as várias camadas populares, os militares e os barões do café apoiaram a mudança do sistema de governo. Em 15 de novembro de 1889, um grupo de revoltosos, liderados pelo Marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe militar e o regime de governo passou as ser a república.